Em 2014, a Embraer anunciou o lançamento de um fundo de investimento em participações para o setor aeroespacial em conjunto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros dois parceiros, com patrimônio inicial de R$ 131,3 milhões.

Já a Boeing declarou recentemente que as Perspectivas de Mercado 2015 (CMO) preveem que as companhias aéreas da América Latina comprarão mais de 3 mil aeronaves, avaliadas em US$ 350 bilhões, ao longo dos próximos 20 anos – sendo que mais de 40% serão destinadas a empresas brasileiras.

Quando falamos sobre a aviação executiva, o Brasil representa, sozinho, 5% do mercado mundial de aviação executiva, ao passo que a América Latina como um todo representa 7%.

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Em 2014 empresas aéreas brasileiras e estrangeiras transportaram quase 120 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais.


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É estimado que o número de empregos diretos, indiretos e induzidos gerados no Brasil pela aviação e setores correlatos, como aeroportos, serviços de terra e aeroespaciais, tenha sido da ordem de 1,2 milhão. Se adicionarmos o Turismo, essa cifra chega a 1,6 milhão.


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É avaliado que a cadeia econômica liderada pela aviação contribua em 1,3% do PIB brasileiro.


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A frota de aviação comercial é de aproximadamente 600 aeronaves.


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A frota de aviação executiva é de 1.650 aeronaves.

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Os aeroportos de São Gonçalo do Amarante (RN), Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Brasília (DF), RIOgaleão (RJ) e Confins (MG) foram os primeiros concessionados no País.


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No plano de concessões, foi confirmada a concessão dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Fortaleza e Florianópolis.


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A estimativa do governo para as próximas concessões é que os aeroportos recebam R$ 8,5 bilhões , no total, em investimentos.